Politicos nega envolvimento com musa e se dizem inocentes das acusações sobre lavagem de dinheiro

Publicado em

26 de
set

Autor:

nadilla cunha

Politicos nega envolvimento com musa e se dizem inocentes das acusações sobre lavagem de dinheiro Politicos nega envolvimento com musa e se dizem inocentes das acusações sobre lavagem de dinheiro1O deputado Natan Donadon (PMDB-RR) defendeu sua inocência em Plenário, onde discursa na noite desta quarta-feira (28/8). “Eu sou inocente dessas acusações que estão impondo sobre mim”, disse. Ele afirmou que enfrenta um momento difícil na Penitenciária da Papuda, onde está preso há dois meses. Donadon foi condenado em última instância por peculato e formação de quadrilha e enfrenta um processo de cassação do mandato.O deputado disse que a prisão é “desumana” e que ele e a família têm sofrido muito. Ele disse que veio à Câmara se defender a contragosto da família, que temia que ele fosse execrado pela imprensa. “Eu falei que eu preciso ir por duas razões: para esclarecer aos deputados amigos e à opinião pública da minha inocência. Só a verdade me trouxe aqui”, disse.

Sobre o relatório do deputado Sergio Zveiter (PSD-RJ), que recomenda a sua cassação, Donadon disse que ele está repleto de “absurdos e asneiras”. “Nunca tive, nos três mandatos, um ato que desabone o meu mandato”, disse.

Donadon também criticou a Mesa da Câmara, que suspendeu o pagamento de salário dele, demitiu os funcionários do gabinete e exigiu que a família dele saia do apartamento funcional que ocupa. “Eu ainda sou deputado. Não acho justo suspender os meus direitos, meu salário, estamos tendo dificuldade para alugar uma casa”, disse.

O deputado Sergio Zveiter (PSD-RJ) defendeu a perda do mandato do deputado Natan Donadon (PMDB-RO). “A conduta pela qual ele foi condenado é de natureza gravíssima e absolutamente incompatível com o mandato parlamentar”, disse.

Zveiter é relator do processo de cassação de Donadon, que foi preso no final de junho por ter sido condenado em última instância por peculato e formação de quadrilha. Ele teria desviado recursos da Assembleia Legislativa do estado quando era servidor do órgão.

O relator disse que o Congresso não pode ampliar a sensação de impunidade. “A sociedade tem direito de receber resposta da Câmara dos Deputados para impedir que a sensação de impunidade se alastre”, disse.

 
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