FC Porto vence

Publicado em

1 de
nov

Autor:

juancarloscunha

O FC Porto somou a terceira vitória em quatro jogos na Youth League e aproveitou o deslize do Mónaco na Turquia para igualar os franceses no topo do grupo G, com nove pontos. A equipa de João Brandão repetiu o triunfo ante o Leipzig, desta vez por 3-2, mas não se livrou de sustos, num jogo em que só a si deveu maior tranquilidade pelo domínio que impôs ao conjunto alemão.

Numa fase embrionária do encontro, uma incursão pela esquerda fez nascer o primeiro golo da partida. Madi Queta serviu Diogo Bessa e o lateral acabou derrubado por Minz na área. Grande penalidade assinalada, que Paulo Estrela não desperdiçou.

O golo deu notório conforto a um FC Porto com qualidade na posse de bola, quase sempre a visar a baliza de Stahl. Ainda assim, Majetschak quis pôr um travão ao bom início dos «dragões»: o livre direto esbarrou no poste (8m). Respondeu Diogo Dalot na mesma moeda, num chapéu que bateu no ferro da baliza contrária.

De resto, na primeira parte, o FC Porto foi um todo coeso: defesa sem dar grandes espaços, um meio campo sólido com a luta de Paulo Estrela e um misto de audácia e velocidade entre Moreto Cassamá e Romário Baró, este a encher o jogo ofensivo dos portistas.

Tal permitiu várias oportunidades, tal como o golo anulado por fora de jogo a Junior Maleck (18m) e um desvio subtil de Madi Queta após combinação com Romário Baró (32m).

FILME DO JOGO

O Leipzig reagiu com um remate de Fontaine a obrigar Diogo Costa à primeira defesa (38m), antes de o FC Porto dobrar a vantagem, no melhor lance do encontro. A bola passou por Romário, Diogo Bessa, Paulo Estrela e Mateus antes de chegar à área. Aí, Diogo Dalot serviu Junior Maleck para o 2-0. Um golo a justificar a supremacia.

Contudo, um tal de Abouchabaka – entrado aos 32 minutos – mexeu com o jogo de um Leipzig até então adormecido. Em cima do intervalo, precisão máxima no cruzamento e cabeçada de Hartmann para o 2-1.

A diferença mínima fez crescer o Leipzig, pressionante e rematador no reatamento. Valeu Diogo Costa a negar o golo a Fontaine (49m) e uma série de avisos que cheiraram a empate. Disso não passou.

Numa fase de maior dificuldade, o FC Porto seria eficaz o suficiente para dar a estocada final. Madi Queta iniciou e concluiu, na recarga, um contra-ataque após uma defesa incompleta de Stahl a remate de Maleck, aos 61 minutos.

O golo tranquilizou o FC Porto e retraiu a reação alemã. Conjugação necessária para segurar a diferença e os três pontos.

Na compensação, uma boa iniciativa de Kuhn voltou a encurtar distâncias e o FC Porto precisou de redobrar atenção nos últimos segundos para manter o triunfo.

 
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